Deputado cobra explicações da Secretaria de Educação do DF sobre suposto material com conteúdo sexual em escolas

Parlamentar solicita esclarecimentos urgentes sobre livros apontados por pais como inadequados para alunos do ensino fundamental


Deputado cobra explicações da Secretaria de Educação do DF sobre suposto material com conteúdo sexual em escolas Deputado Robério Negreiros solicita esclarecimentos à Secretaria de Educação do DF após denúncias sobre material considerado inadequado para crianças em escolas públicas.

A polêmica envolvendo supostos materiais com conteúdo sexual distribuídos em escolas públicas do Distrito Federal ganhou novo capítulo nesta segunda-feira (4). O deputado distrital Robério Negreiros protocolou um ofício formal à Secretaria de Educação do DF solicitando esclarecimentos urgentes sobre o caso, que tem provocado forte repercussão entre pais, educadores e nas redes sociais.

No documento, o parlamentar pede informações detalhadas sobre a origem do material, quais escolas teriam recebido os conteúdos, a faixa etária dos estudantes contemplados e os critérios técnicos e pedagógicos utilizados para a adoção do material. Além disso, questiona se houve comunicação prévia aos pais ou responsáveis e quais providências serão adotadas caso seja confirmada alguma inadequação.

Segundo Robério Negreiros, a situação exige resposta imediata das autoridades educacionais. O deputado defendeu que temas sensíveis ligados à formação de crianças e adolescentes devem ser tratados com responsabilidade, transparência e diálogo com a comunidade escolar.

“Criança não pode ser submetida a conteúdos sexuais em lugar nenhum, menos ainda dentro do ambiente escolar”, afirmou o parlamentar ao comentar o caso.

A controvérsia começou após denúncias divulgadas nas redes sociais apontarem que livros destinados a estudantes do 3º ano do ensino fundamental conteriam expressões como “sexo é vida” e referências a temas relacionados à libido e benefícios do sexo, incluindo melhora da autoestima, bem-estar e qualidade do sono. O conteúdo gerou indignação entre pais de alunos, que passaram a cobrar posicionamento da Secretaria de Educação.






O deputado informou que acompanhará o caso de perto e que divulgará oficialmente as respostas da pasta assim que forem encaminhadas.







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